FLORES DO NATAL
No fim de semana, dias 13 e 14 de Dezembro) teremos a segunda coleta para a decoração e flores do Natal. Com a vossa ajuda a nossa igreja será mais bela. A Equipa de Decoração agradece a vossa ajuda na contribuição das flores para a ornamentação dos altares e decoração da nossa igreja, a casa de Deus. Se quiser oferecer as Flores do Natal (Poinsettia) em memória de algum familiar, favor de entrar em contacto com o cartório paroquial.​
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IMACULADA CONCEIÇÃO
No dia 8 de Dezembro (segunda-feira) celebramos a solenidade da Imaculada Conceição, e por isso, dia santo de guarda. As Missas são às 9h00 da manhã e 7h30 da noite. Apesar do dogma da Imaculada Conceição ter sido proclamado apenas em 1854, esta devoção já estava enraizada na fé dos portugueses praticamente desde a formação da nacionalidade. O significado de ‘imaculada conceição’ é “um privilégio dado a Maria” em que a Igreja afirma “o facto de ela ter nascido sem pecado original”. “Deus preservou-a de toda a mancha de pecado. Aprendamos com a Imaculada a viver em união com Deus, abandonando-nos a Ele com esperança confiante e com o cumprimento diário da sua vontade” (Papa Francisco 8-XII-2016).
ANIVERSÁRIO DA DEDICAÇÃO DA NOSSA IGREJA PAROQUIAL
Domingo dia 14 de Dezembro á 1h00 da tarde, á Missa Solene de Ação de Graças às 11h30 da manhã. A seguir haverá almoço de convívio no salão paroquial servido pelo restaurante Valença. Nesta data festiva estamos a preparar o livro do aniversário da nossa paróquia e pedimos as pessoas que queiram homenagear os seus entes queridos com uma página em sua memória por favor contactar a reitoria. Esta é uma boa oportunidade para recordar e homenagear os nossos entes queridos que não se encontram entre nós. Desde já agradecemos a participação de todos.
​27 de outubro de 2024, Domingo XXX doTempo Comum (Mc 10, 46-52)
“«Que queres que Eu te faça?». O cego respondeu-Lhe: «Mestre, que eu veja»” (Mc 10, 51).
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O Evangelho de hoje coloca-nos diante da necessidade que todos nós temos de, perseverando na oração, apresentar a Jesus as diversas aéreas da nossa vida – as nossas feridas, se assim lhes quisermos chamar – nas quais não só desejamos, mas precisamos efetivamente que Ele toque para que sejam curadas.
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A resposta à pergunta que Jesus faz a Bartimeu é óbvia, e Jesus sabia bem disso: sendo cego, Bartimeu queria recuperar a sua visão. No entanto, por mais “óbvios” que os nossos pedidos/necessidades possam ser para Jesus, Ele quer “ouvi-los da nossa própria boca”, quer que, com simplicidade e sinceridade, nos voltemos para Ele na oração e Lhe apresentemos os nossos pedidos/desejos/necessidades, para que, na intimidade de uma verdadeira amizade alimentada na oração, Ele possa “tocar” não só as nossas feridas, mas também o nosso coração e, “curando-nos por dentro e por fora”, despertar em nós a mesma resposta que vemos em Bartimeu: o seguimento alegre e fiel de Jesus, não só pelo “caminho de Jericó”, mas pelo “caminho da vida”.
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Coloquemo-nos então diante de Deus, nuns momentos de silêncio, fazendo a nós próprios as seguintes perguntas:
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• Quais as “feridas” da minha vida que eu quero que Jesus “toque” para as curar? Falo delas a Jesus na minha oração?
• Após a cura da sua cegueira, Bartimeu muda radicalmente de vida e “segue Jesus”. O que “muda” na minha vida quando Jesus “toca as minhas feridas”? De que modo Lhe expresso a minha gratidão?
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Lectio | Luzeiros de Santa Maria


